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domingo, 22 de abril de 2012

José Guilherme Bento.

Nunca o fiz, não sei porquê, nem sei onde tinha a cabeça, mas agora está mais que na altura. Sim, este é dirigido a ti, José Guilherme Santos do Espírito Santo Bento (sim, escrevi o nome todo, para não haver dúvida alguma xD). Tens sido incansável nestes últimos tempos, e outra coisa eu não esperava de ti. Tens sido aquele AMIGO, no verdadeiro sentido da palavra. Não é só um rótulo qualquer, não é só uma designação banal. E agradeço-te tanto por isso. Nem a distância foi capaz de quebrar a nossa telepatia pá! Nem o nosso vínculo tão importante. Sei que tu terás sempre as palavras certas para dizer, e mais importante que isso, no momento certo! Sabes como me fazer rir apenas com uma expressão, ou com uma das tuas teorias mirabolantes. Sabes como me fazer pensar em coisas mais sérias. Os teus conselhos são bastante sábios. Os teus pontos de vista sobre tudo e mais alguma coisa são-me bastante úteis. Apensar da distância, eu sinto-te sempre pertinho de mim. Trago-te constantemente no pensamento, seja por qualquer pormenor do dia-a-dia. Tens sempre um tempinho para mim, nem que sejam dois minutos. Tens sempre uma palavra de conforto para me dizer. Tens sempre uma parvoíce para me fazer rir como uma tolinha. Tens sempre uma história qualquer do teu dia para me contar (e como gosto de as “ouvir”). Tens sempre um conselho sensato para me dar. Tens sempre um drama qualquer para desabafar comigo (e como eu gosto de te acompanhar e ajudar quando mais precisas). Gosto quando me contas coisas que não contas a mais ninguém. E gosto também de te contar coisas que não conto a mais ninguém. A cumplicidade entre nós sempre foi notória, e agora, separados fisicamente, ela continua a existir. Só nós percebíamos os nossos “ataques de loucura”. Só nós percebíamos os nossos olhares quando as palavras não eram sequer proferidas. E como nos ríamos como uns perdidos, com toda a gente a olhar para a nossa figurinha e a perguntar “mas que se passa com estes dois?”. E como eu adorava esses nossos momentos. Como eu adorava chorar de tanto rir. E como eu recordo os teus dramas matinais. As tuas neuras. As minhas explicações especiais de matérias que não percebias patavina e fazias um enorme filme. E como eu me sentia feliz quando finalmente conseguias perceber. As tuas quedas e acidentes que não lembram a ninguém e que me faziam rir e rir. E os teus azares todos (às vezes tinha mesmo pena de ti). As tuas tentativas falhadas de me espetares uma peta (ahahah). E como eu guardo isso tudo na minha memória e no meu coração. Eu conheço-te tão bem, aceito-te com todos os teus defeitos e virtudes. Tal como tu me conheces bastante bem a mim. A nossa amizade é bastante importante. Nos momentos que me sinto em baixo, e sozinha… eu sei que não o estou porque te tenho a ti. Nem que estivesses do outro lado do mundo. Eu sabia que te tinha a ti sempre do meu lado. E sabes bem que esse sentimento é mútuo. Sabes bem que quando precisares, podes dirigir-te a mim. Posso nem sempre conseguir ajudar-te, mas sabes bem que o faço sempre que estiver ao meu alcance. E quando não estiver, sabes bem que não é por isso que deixo te de apoiar. De estar lá para ti. Não gosto de sentir que estás em baixo, que não és o Zé sorridente e bem-humorado que eu tanto adoro. Mas isso toca a todos, esses dias e fases acontecem a todos. Mas quando isso nos acontece, sabemos que não estamos sozinhos. Temo-nos um ao outro, os dois “forevers alones”. Ahahaha, :)
És muito importante, acredita. Nunca duvides do teu valor, tu ainda vais conseguir grandes coisas. Tu mereces ser muito feliz! Como eu agradeço ao destino por ter feito com que eu me cruzasse contigo.

P.S.: “E se um dia a luz da nossa amizade se apagar, FODA-SE irmão, a gente acende uma vela!”. A nossa amizade vai durar anos e anos e anos. Adoro-te! <3

(NicoleCarvalho)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

When will I see you again?

Eu hoje vi-te. Ouvi-te. Eras tu, a sorrir como sempre. E os teus olhos negros sorriam também. Eu escutava a tua voz, eu captava cada segundo dessa melodia que me deixava tão feliz. Não estavas sozinho. Estavas acompanhado de outras pessoas que também me são tão importantes. Mas era a ti que os meus olhos procuravam. Era a tua imagem que eu focava. Para depois ficares ainda mais impresso na minha memória. Sim, porque cada vez mais tenho medo que a tua imagem se desvaneça de uma vez por todas. Não quero que desapareça a recordação que tenho de ti, no entanto ela está cada vez mais turva, irreal. Não quero esquecer o teu rosto, mas a minha mente teima em pintá-lo com cores cada vez mais ténues. E eu não quero que ela um dia, no lugar do teu retrato, me apresente uma tela branca. Por isso, eu queria ficar ali para sempre, só para poder contemplar algo que me foi tirado. A tua presença. Mas rapidamente acordei. Aqueles que pareceram eternos momentos, não passaram de breves minutos, segundos talvez. E no instante que voltei à realidade, uma tristeza profunda se apoderou de mim. Não foi real. Uma melancolia, uma saudade tão grande transbordava do meu peito. Mas, essa era uma tristeza diferente. Porque no fundo, eu estava feliz. Sentia-me afortunada, pois tinha tido a oportunidade de te ver mais uma vez, de te ouvir. De te sentir perto de mim novamente. Se só assim é que isso pode acontecer, então a felicidade, o júbilo ultrapassam toda a mágoa e saudade que possam advir. Quando te irei ver de novo?

(NicoleCarvalho)

sábado, 14 de abril de 2012

Qual o meu mundo?

Esta minha sede insensata de compreender o mundo é algo completamente fora do vulgar. Cada vez tenho mais dúvidas acerca da banalidade da minha existência. Esta minha natureza complexa de ser simplesmente não se encaixa nos padrões estabelecidos pela sociedade, encarados como normais. As questões acerca do “tudo” nunca obtêm uma resposta satisfatória. Pairam na minha mente incompreendida como espectros teimosos, obstinados. Depois segue-se o “nada”, que me preenche cada vez mais. Contraditório, mas é a minha realidade neste momento. É o nada que me tem acompanhado. É o nada que me completa. E a apatia anda de mão dada comigo, é a minha melhor amiga. Ela tem-me ajudado a passar o tempo, porque eu olho para o mundo e só ela é que me compreende. Ando cansada, farta do mundo e das pessoas. Quanto mais as conheço, mais venero a solidão. E a apatia tem sido a minha melhor amiga, pois tem sido a minha arma contra o desgosto de viver num mundo como este; a aversão de partilhar o ar que respiro e o chão que piso com gente que nem o merece. Não, eu não sou mais que os outros. Mas também acho que não sou menos e estou farta de ter calma, farta das injustiças. O desespero toma conta de mim de uma forma desenfreada. Os meus sentidos já não têm mais sentido. Todas as minhas tentativas falhadas de entendimento acerca do funcionamento da humanidade estão a consumir-me. Desisti de tentar perceber o porquê do ser dito racional ter chegado ao ponto que chegou. Por vezes questiono-me se estou a ver o mesmo mundo através dos meus olhos que o resto das pessoas vê através dos seus. E chego à conclusão que não. Talvez a normalidade não seja o meu ponto forte. Talvez haja uma falha, uma lacuna qualquer no meu cérebro, na minha maneira de ser. Algo que faz com que não acompanhe nem aceite o andamento dos acontecimentos ditos “banais” desta sociedade. Sempre me senti deslocada, desencaixada. Como a tropeçar ao longo da minha vida. Eu nunca me senti normal, talvez porque não o sou mesmo. E então? Terei de descobrir qual o meu mundo. Terei de encontrar a minha normalidade algures embrenhada nesta minha complexa maneira de ser e ver as coisas. Será que algum dia me sentirei integrada neste mundo que não é o meu?

(NicoleCarvalho)

sexta-feira, 16 de março de 2012

domingo, 22 de janeiro de 2012

O que passou, jamais voltará.


Foi-me dada uma oportunidade, que eu não quero desperdiçar. Quero aproveitá-la o melhor que puder, porque senão um dia mais tarde posso vir a arrepender-me. Aconteceu tudo tão rápido, aconteceu sem qualquer aviso prévio. Neste momento as palavras de Paulo Coelho não me saem da cabeça, ecoam de uma forma ensurdecedora. “Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos de viver.” É tão, mas tão verdade. Este tempo todo estive encurralada em algo que já não era mais do que apenas uma etapa gasta. Uma etapa concluída, completa, acabada. Enfim, tenho que meter isso na cabeça de uma vez por todas. Se não o fizer, eu não irei avançar, irei ficar estagnada, enquanto o mundo vai girando cada vez mais veloz. Porque a vida não pára, e não a podemos desperdiçar. Tenho que dar por concluído um capítulo da minha vida, o qual eu jamais esquecerei. Tenho que o alojar no meu coração e desalojá-lo da minha mente, do meu pensamento diário. Tenho que o fazer de uma vez por todas, porque estava a destruir-me aos poucos por dentro. Pouco a pouco eu estava a começar a dar-me por vencida, estava a desistir, estava a baixar os braços e deixar que as memórias do passado me deitassem abaixo. Estava a fazer com que boas recordações me fizessem chorar e sofrer. “O que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram”. Palavras sábias. Também não posso ficar parada no ciclo da vida, simplesmente porque procuro as razões que me levaram até onde estou neste momento, porque essa atitude não me leva a lugar algum. Apenas me faz sofrer e tem como consequência um desgaste emocional desmedido. Paulo Coelho diz-me “O que passou não voltará”. E este será um dos meus lemas a partir de agora. O passado faz parte de nós, isso não podemos negar. Mas o melhor que temos a fazer é apenas guardá-lo num cantinho recôndito da nossa mente e não deixar que ele interfira no nosso presente e no nosso futuro. Apenas guardar as coisas boas no nosso coração. E Paulo Coelho continua a ressoar na minha mente: “Pára de ligar a tua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como sofreste com determinada perda: isso estará apenas a envenenar-te e nada mais.” Parece que escreveu isto direccionado a mim, porque esta podia ser, sem dúvida alguma, uma ordem a dar-me. E sim, a partir de agora vou parar de o fazer. “Antes de começar um capítulo novo é preciso terminar o antigo: diz a ti mesmo que o que passou, jamais voltará.” Vou dizê-lo e repeti-lo sempre que alguma memória do passado me assombrar. Vou dizê-lo e repeti-lo sempre que alguma lágrima estiver prestes a cair. Vou fechar a porta, vou mudar o disco, vou limpar a casa, vou sacudir a poeira. Vou encerrar um ciclo, vou terminar um capítulo. Vou aprender a descobrir a minha pessoa, e vou acima de tudo “deixar de ser quem era, e transformar-me em quem sou.”


(NicoleCarvalho)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

I feel lost inside myself.

Eu sinto-me perdida, não só neste mundo, como dentro da minha própria pessoa. Não consigo perceber, não me consigo interpretar. Não consigo entender até que ponto a minha sanidade mental está restabelecida. Sou uma alma inquieta, uma alma ferida. Uma alma que não se preenche, uma alma solitária. Sou alguém que não encontra paz de espírito. Alguém que não encontra forma de se sentir bem consigo. Sou uma pessoa que não se sente realizada. Em todos os sentidos. Simplesmente não sei quem sou, nem o que faço neste mundo. Vivo porque assim o corpo me obriga a fazê-lo. Vivo fisicamente, sobrevivo psicologicamente. Na minha mente baralhada batalham-se todos e mais alguns pensamentos. Mas nenhum deles me leva a conclusões. Sinceramente, acho nenhum deles terá lógica alguma. Por isso eu os guardo para mim. Por isso eu me fecho e não desabafo. Por isso eu sofro em silêncio. Por isso eu choro isolada. Por isso eu sorrio e respondo afirmativamente sempre que me questionam se está tudo bem. Porque tenho medo que pensem que me estou a tornar irracional. Pergunto-me se algum dia serei capaz de libertar todos esses pensamentos e incertezas que me atormentam. Pergunto-me se algum dia conseguirei explodir e arrancar tudo o que me anda a corroer por dentro. Pergunto-me se algum dia conseguirei desabafar com alguém de tal forma que no final me sentirei em paz. Pergunto-me se algum dia serei uma pessoa normal com uma vida normal, delineada. Questiono-me se algum dia serei capaz de me aceitar. Acima de tudo, pergunto-me se algum dia serei capaz de me compreender a mim própria, de me descobrir. Sinto-me incompreendida por toda a gente que me rodeia, mas principalmente por mim. Estará a minha mente tão perturbada que necessita de ajuda? Estarei tão perdida dentro de mim própria que só eu me poderei ajudar? Apenas me questiono “Como posso eu ajudar-me, se não sei do que careço?”.

(NicoleCarvalho)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Porto de abrigo.

Quantas e quantas vezes a única coisa que necessitava era apenas um abraço? Por vezes, apenas queria que me abraçassem e me dissessem “vai correr tudo bem”. Por vezes só queria sentir-me protegida, segura. Há tanto tempo que não sinto isso. E por muito que achem que isso não é algo essencial, enganam-se. O sentimento de ter um porto de abrigo é vital na nossa vida. Ultimamente, é algo a que tenho sido privada. Muitas vezes quando digo “está tudo bem” e sorrio, por dentro estou a chorar, e todo o meu “eu” angustiado grita silenciosamente a minha mágoa. Nesses momentos só queria que alguém me olhasse nos olhos, me abraçasse e me dissesse “eu sei que não está”. Só queria que alguém me deixasse chorar sem fazer perguntas nem juízos de valor. Nesse momento iria sentir-me protegida, apoiada. Acima de tudo iria sentir que não estava sozinha. Esse simples acto iria fortalecer-me. Sinto a falta de um suporte, alguém com quem partilhar o meu sofrimento, as minhas mágoas, as minhas dúvidas, incertezas, medos, desilusões. Sinto a falta de alguém que esteja lá quando me for abaixo. De alguém que esteja calado, nas horas em que o silêncio for a melhor forma de transmitir a sua presença e o seu apoio. De alguém que diga as palavras certas no momento certo, as palavras que eu preciso de ouvir. Enfim, sinto a falta de um refúgio. Sinto a falta de protecção. Sinto a falta de segurança. Sinto a falta de um ombro amigo onde possa chorar até não mais poder, até as forças me faltarem. Sinto a falta de alguém que me abrace e que me diga baixinho ao ouvido “podes contar sempre comigo”. (NicoleCarvalho)

"Dá-me um abraço que seja forte
E me conforte a cada canto
Não digas nada que o nada é tanto
E eu não me importo.

Dá-me um abraço fica por perto
Neste aperto tão pouco espaço
Não quero mais nada, só o silêncio
Do teu abraço...
(...)

É nesse abraço que eu descanso
Esse espaço que me sossega
E quando possas dá-me outro abraço
Só um não chega..."

(Dá-me Um Abraço - Miguel Gameiro)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Michael Ferreira.

Huumm, que posso eu dizer? Um simples OBRIGADA não basta! Apesar de tudo, apesar da distância, apesar de nunca nos termos conhecido melhor pessoalmente, apesar de nunca termos sido muito “próximos” fisicamente… és o meu BEST! Simplesmente porque me conheces melhor que muitas pessoas que lidam/lidavam comigo dia-a-dia, simplesmente porque estás sempre pronto a “ouvir-me” quando eu mais preciso, simplesmente porque eu sinto o teu apoio incondicional, simplesmente porque és das poucas pessoas com quem eu consigo desabafar, das únicas pessoas que eu procuro quando estou em baixo… porque eu sei que não me vais julgar, nem pensar que estou a fazer uma tempestade num copo de água. Apenas vais “escutar” e dizer-me as palavras que mais preciso de “ouvir” nesses momentos. Vais acima de tudo apoiar-me e dizer-me “eu gosto muito de ti, podes contar sempre comigo”. És das pessoas em quem eu mais confio, a quem eu sei que me posso dirigir se precisar de alguma coisa, se precisar de algum conselho. És importante na minha vida, apesar de nunca te ver. Admiro-te por seres quem és, por seres tão novo e já teres passado tanto… mas acima de tudo admiro-te por teres conseguido ultrapassar, teres conseguido vencer! Admiro a tua maturidade, a tua maneira de ser, a tua maneira de ver as coisas. És um exemplo a seguir e mereces acima de tudo ser feliz! OBRIGADA por tudo, tudo mesmo! Gmdt, meu BEST! *.*

(NicoleCarvalho)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

One day I'll be okay, just not today.


É normal uma pessoa viver o dia-a-dia e simplesmente não sentir nada? Ficar apática, sem reacção, observando ao seu redor a vida a correr? Eu acho que não. Mas hoje senti-me assim, e já não é a primeira vez. É tão frustrante, tão decepcionante chegar ao fim do dia e sentir-se vazia por dentro. É tão deprimente o estado em que me encontro, que nem consigo explicar a mim mesma o que sinto. Não consigo descrever por palavras o meu estado de espírito, por muito que tente. Simplesmente presencio os vários momentos do dia sem ter qualquer tipo de reacção. Como se fosse um robot, que fizesse as coisas por fazer. Que dissesse as coisas por dizer. Ando tão desiludida e magoada com tantas coisas (e pessoas), que acho que ficar apática é um mecanismo que eu inconscientemente elaborei para lidar com a situação. É nestes momentos que eu questiono a minha própria existência. E sempre que o faço não encontro respostas. Simplesmente porque na minha vida até agora (se é que se pode chamar vida) nada aconteceu que me fizesse verdadeiramente desejar existir. Estarei a ser injusta? Estarei a ser imbecil? Talvez, porque eu sei que há pessoas neste mundo que passam dificuldades terríveis, que vivem em condições que nem eu própria consigo imaginar, que já sofreram cem vezes mais do que eu. Eu tenho noção disso. Mas são pensamentos inconscientes. São sentimentos. Os sentimentos jamais foram e serão racionais, lógicos. São sentimentos de vazio, mágoa, desilusão, que me fazem questionar a minha existência neste mundo. Admito que a minha mente desvairada tenha sido a responsável por este desabafo deprimente. Mas, eu um dia ficarei bem, apenas hoje não é o dia.


(NicoleCarvalho)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

I will be okay.

"Knew the signs
Wasn't right
I was stupid for a while
Swept away by you and now I feel like a fool.

So confused,
My heart's bruised
Was I ever loved by you?

Out of reach, so far
I never had your heart
Out of reach,couldn't see
We were never meant to be.

Catch myself from despair
I could drown if I stay here.
Keeping busy everyday
I know I will be ok.
(...)

And I hope that in time,
You'll be out of my mind
And I'll be over you.

But now I'm so confused,
My heart's bruised
Was I ever loved by you?
(...)

Out of reach,so far
You never gave your heart.
In my reach, I can see
There's a life out there for me."

Out Of Reach - Gabrielle